| Fiat reúne Segmentos 500 e 600 para festa entre amigos |
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Como alguém dizia a Filippo Rivanera, o líder máximo da Fiat Auto Portuguesa, a marca de Turim é "uma marca de amigos", e foi essa mesma amizade que ficou bem evidente neste encontro de 500 e 600.
Mais ou menos antigos - encontrámos por ali veículos com meio século de existência, nomeadamente um Fiat 500 de 1957, o mais antigo automóvel presente nesta concentração - vários Fiat 500, Fiat 600, um Fiat 600 D Múltipla, provavelmente ainda mais raro do que os "normais" Fiat 600, mas também dois modelos bem mais recentes, nomeadamente um Fiat 126 e um Fiat 127, todos se reuniram desta iniciativa conjunta do Clube Fiat 600/500 e da Fiat Auto Portuguesa, em que a amizade entre esta verdadeira "família" de amantes daqueles clássicos da Fiat viveu um dia de partilha de conhecimentos e experiências, mas também de recordações das muitas histórias Desde um Fiat 500 de volante à direita, comprado na África do Sul por um português que em 1970 vivia em Moçambique, e que posteriormente o trouxe para Portugal, até um outro com uma matrícula bem recente, com as letras BE ao centro, o que não combinava muito bem com o carro, mas que se justificava por ter sido aquele modelo comprado já enquanto clássico em Itália, e "importado" para o nosso país onde recebeu a matrícula "dos nossos dias", foram várias as raridades que o LusoMotores foi encontrar nesta concentração em Ribeira de Ilhas. Ali vimos ainda diversas unidades do Fiat 500, nomeadamente o mais antigo modelo presente na conentração, de 1957, bem como um raríssimo Fiat 600 D Multipla, entre outras máquinas, todas impecavelmente tratadas e exibidas pelos seus proprietários com um indisfarçável orgulho. Ao longo do encontro pudemos dialogar com o presidente do Clube Fiat 600/500, que nos deu conta da forma como surgiu este clube bem como a paixão por estes pequenos modelos, num diálogo que mais tarde passará também por aqui, pela linha de infomração do LusoMotores, sendo esse, por certo, mais um motivo para que volte a este espaço na Como notas de reportagem, a referência ao facto de que naquele parque de "clássicos" foi possível antever o futuro, isto porque em todas aquelas unidades do Fiat 500 e 600 foi possível ver o emblema da Fiat que marcou uma época, e que está de volta agora, apresentado inicialmente com o Bravo, um modelo que chegará ao mercado português no final do corrente ano, mas que irá "carimbar" também o novo Fiat Linea, já no final de Junho em Portugal. Afinal, se o passado foi áureo para a marca de Turi, o presente apresenta-se, no mínimo, promissor, e o regresso à imagem do passado com o espírito e a garra do presente podem ser a receita do sucesso para o construtor italiano. por: Jorge Reis |
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